quarta-feira, 2 de maio de 2012

COMO ESCREVER UM PLANO DE ACAO


Os executivos adoram trabalhar. O conhecimento é inútil para os profissionais, a menos que possa ser transformado em ação. Antes de tudo, eh necessário um plano de ação, O gestor precisa pensar nos resultados desejados, nas prováveis restrições, nas futuras revisões, nos pontos de controle e nas implicações de como ele administrara seu tempo.


Em primeiro lugar, o gestor define os resultados desejados, ou seja, “Quais contribuições a empresa espera de mim durante os próximos 18 a 24 meses?” Estou empenhado em alcançar quais resultados? Quais sao os prazos? Em seguida, ele deve levar em conta as restrições: “Este curso de ação é ético?” Eh aceitável dentro da empresa? Eh legal? Eh compatível com a missão, os valores e a política da empresa?” Respostas positivas não garantem que a ação será eficaz, mas a violação dessas ressalvas tornara o plano errado e ineficaz.


O plano de ação é uma declaração de intenções em vez de um compromisso. O plano de ação não deve, em hipótese alguma, ser transformado em uma camisa de forca. O mesmo se aplica a cada fracasso e as modificações no ambiente de negócios, no mercado e, levar a revisão do plano de ação. Flexibilidade é essencial.


Alem disso, é preciso criar pontos de controle dos resultados em comparação com as expectativas. Os gestores eficazes geralmente criam dois pontos de controle em seus planos de ação. O primeiro é aproximadamente aos noves meses, ou seja, no ponto médio da duração do plano. O segundo ponto é ao final, perto do termino do plano, antes de traçar o próximo plano de ação.

Por fim, o plano de ação se tornar a base do gerenciamento do tempo do gestor. O tempo eh o recurso mais precioso e escasso do gestor, e as organizações são notórias desperdiçadoras de tempo. O plano de ação será inútil a menos que contemple como o gestor despendera seu tempo.


Napoleão dizia que nenhuma batalha bem-sucedida tinha seguido um plano preestabelecido; ainda assim, ele planejava todas a suas batalhas, muito mais detalhadamente do que qualquer outro general. Sem um plano de ação, o gestor se torna refém dos acontecimentos; e, sem pontos de controle, que permitem a reavaliação dos eventos, o gestor não tem como saber quais são os eventos importantes e quais são apenas um “ruído”. 
O Gestor Eficaz P. Drucker
O GESTOR EFICAZ

O que torna Eficaz um Gestor? Um gestor eficaz não precisa ser um líder no sentido que este termo costuma ser empregado. Harry Truman não tinha nenhum carisma, mas foi um dos CEO mais eficazes da historia dos EUA. Da mesma maneira, alguns dos melhores CEO com que trabalhei durante minha carreira de consultor (65 anos) não eram estereótipos de lideres. Esses executivos apresentavam diferenças incríveis de personalidades, atitudes, valores, pontos fortes e pontos fracos. Eles variavam de extrovertidos a extremamente introvertidos, de descontraídos a controladores, de generosos a mesquinhos.


Eles eram eficazes porque seguiam as mesmas oito praticas (ou habilidades): Eles perguntavam: “O que precisa ser feito?”
Eles perguntavam: “O que é correto para a empresa?”
Eles elaboravam planos de ação

Eles se responsabilizavam por suas decisões
Eles se responsabilizavam pela comunicação
Eles se concentravam nas oportunidades, e não nos problemas Eles conduziam reuniões produtivas
Eles pensavam e diziam “nós” em vez de “eu”



As duas primeiras praticas obtinham os dados de que eles precisavam, enquanto as quatro praticas seguintes convertiam esse conhecimento em ação efetiva. As duas ultimas praticas garantiam que todos na empresa se sentissem responsáveis e comprometidos. 


Fonte: O Gestor Eficaz P. Drucker

domingo, 8 de abril de 2012


In which the cultural codes are distinguishes from natural laws

The square, with its sharp edges, it the most artificial shapes. When drawn withing the circle of the universe, it best represents culture. Different cultures have different values, hence the square of culture can be oriented in various ways, but always anchored to the rim of the circle at its corner. All cultures, however different, depend on nature for their survival.
myth = mythya
A Handbook of Hindu Mythology
Dr Devdutt Pattanaik


VISHNU
Vishnu is God who organizes the world. Vishnu introduces rhythm into nature so that all the changes of Brahmanda become predictable, hence manageable. With rhythm come waves and troughs. For Vishnu therefore the Goddess has tow forms: Lakshmi, the desirable one, and Alaksimi, the undesirable one. Lashmi is the fertile and auspicious wave of nature - the day, the waxing moon, the high tide, the spring, the rains and the harvests. Alakshmi is the barren, inauspicious trough of nature - the night, the waning moon, the low tide, the hot, dry summers and the bitter-cold winters.
Vishnu also domesticates nature to establish culture. Within culture, man can look beyond survival and explore his potential. He can generate wealth and create art. Society comes with rules and regulations, roles and responsibilities, milestones that give life direction and standards that create hierarchy. At the top of the hierarchy is Lakshmi, all that society admires. Below is Alakshmi, all that society shuns.





myth = mythya
A Handbook of Hindu Mythology
Dr Devdutt Pattanaik

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Diwalli - India

O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindu, conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e lançam fogo de artifício. Este festival celebra o assassinato de Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.

O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival para o hinduísmo, o sikhismo, obudismo e o jainismo. Muitas lendas são associados a Diwali. O feriado é at

ualmente comemorado pelos hindus, sikhs e jains em todo o mundo como o festival das luzes, onde as luzes ou lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diwali

Foto tirada em Bengaluru 26/nov/2011 Sheraton Hotel

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Desire and Destiny - Hindu Mythology

According to the Veda, before all things came desire. It is desire that caused the restlessness which led to creation. Without desire, God would not have opened his eyes to observe the Goddess. In the Puranas, desire takes the form of a god called Kama. Kama is an archer whose arrows struck Brahma, awakening his senses, making him aware of his daughter and her myriad forms.


Yama swings his noose and fetters the jiva to his destiny. Kama shoots his arrow and injects desire in the jiva. Destiny manifests as worldly stimuli while desire influences choice of response. Destiny is determined by past. Desire influences future actions.


Bound with destiny, propelled by desire, the jiva faces a moment of choice: to accept destiny, fight it or avoid it. Choice of response, and the obligation of facing its consequences, rests solely with the jiva.


myth = mythya

A Handbook of Hindu Mythology

Dr Devdutt Pattanaik


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Business Strategies for Tomorrow - P. Drucker

Unique events cannot be "planned". They can, however, be foreseen, or rather, one can prepare to take advantage of them. One can have strategies for tomorrow that anticipate the areas in which the greatest changes are likely to occur, strategies that enable a business or public service unforeseeable. Planning tries to optimize tomorrow the trend of today. Strategy aims to exploit the new and different opportunities of tomorrow.
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In many markets one prospers only ate the extremes: either as one of the few market leaders who set the standard, or as a specialist supplying a narrow range of products of services, but with such advantage in knowledge, services, and adaption to specific needs as to be a class of one's own. The in-between position is rarely desirable or even viable.
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What "market leadership" means is a matter of industry and market structure rather than a sales volume, something that varies widely in different markets.

Managing in Turbulent Times
P. Drucker