sábado, 4 de junho de 2011

Drucker - Managing in Turbulent Times - Managing Productivity

A century ago, Karl Marx in the last, unfinished volume of Das Kapital, based his most confident prediction of the “imminent demise” of what we now call “capitalism” (a term coined only after Marx’s death) on the “inexorable law of the diminishing productivity of capital.” Marx was repeating what every nineteenth-century economist before him had accepted as axiomatic. And if there is really such a “law” of the declining productivity of “capital” (or of any other resource), every economic system would indeed be doomed.

But by one of those ironies of which the muse of history is so fond, the continuous and purposeful increase of productivity through management was discovered just about when Marx so confidently predicted its “inexorable decline.” This discovery also explains why not one of the other “certainties” that were “scientific truths” for Karl Marx – the pauperization of the working class, the concentration of wealth in the hands of fewer and fewer “exploiters,” of the polarization of society between a very small of proletarian “wage slaves” – has occurred in the developed countries, countries that have developed managers and management.

The turning point was Frederick W. Taylor’s discovery, around 1875, that work could be managed and thereby made more productive. Before Tailor, the only way to get more productive output was to work harder and longer. But Tailor saw that the way to get more outputs was to “work smarter,” that is, more productively. He saw that the productivity of work is not the responsibility of the worker but of the manager. Taylor also saw – although he never formulated the insight into a theory – that productivity is the result of the application to work of the specific human capital resource, knowledge.

Taylor applied knowledge to human labor and, in accordance with the nineteenth-century realities, to manual labor. We now know that knowledge has to be applied to all resources: capital, key physical resources, time, and knowledge itself. Indeed, we now know that a valid theory of economics will have to be based on productivity as a source of value….

By now we know quite a bit about increasing productivity. We know that it is in part achieved by innovation, the shift of resources from old and declining employments to new and more productive ones. In part, productivity is increased through the continuous improvement of the productivity of the resources in existing employments. We know that we need to work on the productivity of each of the factors of production: capital, natural resources, time, and knowledge. But we know also that what counts in the end is total overall productivity of all resources in a given process, a given enterprise, a given economic employment.

And above all we know that productivities are create and destroyed, improved or damage, in what we call the “microeconomy”: the individual enterprise, plant, shop, of office. Productivities are the responsibility of management.

Fonte: Managing in Turbulent Times

terça-feira, 31 de maio de 2011

Untitled - PEARL JAM

got a comb, got some gas,
oh lets get out of here, get out of here fast,
oh everyone's confused, so I stay in my room,
if I go...I don't want... to go...alone...I hope you get this message, or you're not home
I could be there in ten minutes or so,
oh I got my things, we'll make it up as we go along,
oh with you I could never be alone,
never....be....alone

Foto tirada em Rishikesh Mar/2011
FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=tTd4iUQcU5U

domingo, 29 de maio de 2011

A Expressao "Caxeiro Viajante" - Zubeni e Franz Kafka - A Metamorfose

É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.

Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.

Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.

Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã (Grete) também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.

Interessante perceber que em nenhum momento da obra Gregor se dá conta realmente que se transformou num inseto. Apenas observa seus novos membros, órgãos e hábitos, mas com o tempo se acomoda na nova condição sem realmente entender no que se tornar.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Metamorfose

sábado, 23 de abril de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

O que é Nobre? Além do Bem e do Mal - F. Nietzsche

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Toda elevação do tipo "homem" foi até agora obra de uma sociedade aristocrática - e assim será sempre: como uma sociedade que acredita em uma longa escala de hierarquina e diferença de valores entre um homem e outro, e que precisa da escravidão em algum sentido. Sem o páthos da distância (dor, sofrimento, paixão), tal como ele resulta da arraigada diferença de classes, do constante olhar ao longe e olhar de cima lançado pela casta dominante asúditos e instrumentos, e de seu igualmente exercício na obediência e no mando, no manter abaixo e afastado, não poderia absolutamente resultar aquele outro e mais misterioso páthos, aquele anelo por sempre novos aumentos de distância no interior da própria alma, a formação de estados sempre mais elevados, mais raros, mais afastados, mais estendidos, mais amplos, em suma, precisamente a elevação do tipo "homem", a contínua "auto superação do homem", para tornar uma fórmula moral em um sentido supramoral. Todavia: não devemos nos entregar a ilusões humanitárias sobre a história do surgimento de uma sociedade aristocrática (o pressuposto, portanto, dessa elevação do tipo "homem"-): a verdade é dura. Digamos a nós mesmos sem indulgência como foi que até agora toda cultura elevada começou sobre a Terra! Homens de uma natureza ainda natural, bárbaros em todo o terrível sentido da palavra, homens de rapina, em todo o sentido da palavra, ainda possuidores de forças de vontade e de apetites de poder intactos, lançaram-se sobre raças mais fracas, mas civilizadas, pais pacíficas, talvez mercantis ou pastoris, ou sobre culturas velhas e cançadas, nas quais a última força vital acaba de se apagar em brilhantes fotos de artifício de espírito e de corrupção. A casta nobre sempre foi, no início, a casta dos bárbaros: sua preponderância não residia em primeiro lugar na força física, mas na alma - eram os homens mais inteiros (o que, em cada etapa, significa o mesmo que "as bestas mais inteiras"-).

sábado, 26 de março de 2011

Ebim e os ANJOS

"Nóis e tudo ANJO, nóis só não avôua porque nóis ainda é fióte!!!!"...... Ebim Caçu City - GO

domingo, 12 de dezembro de 2010

Forest Gump, Momma and My Mother

"Forrest Gump: Momma always had a way of explaining things so I could understand them. "

"Não tenho nenhuma dúvida que esta é uma grande oportunidade através do contato direto para assimilar as grandes e preciosas diferenças. O sábio certamente criará limites para não se contaminar e de uma certa forma se desequilibrar pois sem o equilíbrio ele não poderá ser útil e o CRIADOR espera de cada um de nós uma efetiva comunhão com o caos para que encontremos equilibradas soluções entre os opostos, ate mesmo quando os opostos sejam 1 2 ou 3,bom mesmo será a multiplicação a caminho do bem. No Brasil,também temos muita coisa em comum com o que se ve por ai temos mesmo é que ter disposição para não fugir da realidade. Bênçãos de DEUS PAI O GRANDE CRIADOR para todos daí e de cá. Deus te proteja, amém!.......Mãe."